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Salários: o que defendem os partidos?

Artur Machado/Arquivo Global Imagens

PS - Mínimo em 1000 euros

Pedro Nuno Santos é mais ambicioso do que Costa. O Governo ainda em funções prometeu um salário mínimo de 900 até 2026. O novo secretário-geral já disse que a meta é chegar aos 1000 euros nesse prazo.

PSD/CDS/PPM - Aceleração até 2028

Que o salário mínimo não seja inferior a 1000 euros e que o médio seja em torno de 1750 euros nesta década, defendeu, recentemente, Luís Montenegro. Segundo o líder da coligação AD, as metas são para 2028.

Chega - Apoio às empresas

O partido de André Ventura  quer aumentar o salário mínimo para 1000 euros até 2026 e criar um programa de apoio às empresas que demonstrem um peso de custos fixos operacionais superior a 30%.

BE - Atualizar mínimo e médio

Mariana Mortágua propôs aumentar o salário mínimo para, pelo menos, 1000 euros até 2028. “Mas mais importante ou tão importante como aumentar o salário mínimo, é preciso aumentar o salário médio”, disse.

PCP/PEV - Atualização já em maio

O PCP propôs subir o salário mínimo nacional para os 1000 euros já em maio. No seu programa, os comunistas prestam igualmente atenção aos salários médios, exigindo um “aumento significativo”.

IL - Economia a crescer

A IL quer que o salário médio líquido atinja os 1500 euros em quatro anos. Para tal, os liberais ambicionam um crescimento económico “na ordem dos 5% ou 6%”. E os salários cresceriam se os impostos baixassem.

PAN - Subir segundo indicadores

Inês Sousa Real defende que o salário mínimo deve chegar aos 1100 euros em 2028. As atualizações devem resultar da inflação, do crescimento económico e do aumento de produtividade do trabalho.

Livre - Sair da armadilha

Rui Tavares quer tirar Portugal da armadilha dos salários baixos, aumentando os rendimentos através de um compromisso de subida da remuneração mínima ao longo da legislatura até aos 1150 euros, em 2028. 

Pedro Araújo