Valor foi apurado pelas seguradoras e refere-se a 9772 sinistros cobertos por apólices em Portugal continental e Madeira.
As seguradoras vão pagar 31 milhões de euros devido a danos provocados pela depressão Cláudia, que assolou o país em novembro. O montante foi apurado pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), que promoveu um inquérito junto das suas associadas.
Segundo a APS, entre 12 e 16 de novembro deste ano foram participados 9772 sinistros cobertos por apólices de seguros em Portugal continental e Madeira. "Do total apurado, 3,28 milhões de euros já foram pagos em indemnizações, enquanto os restantes 27,75 milhões de euros estão provisionados para garantir o pagamento das indemnizações devidas", especifica a associação.
A maioria dos sinistros (mais de 93%), acrescenta esta entidade, corresponde a seguros de habitação e seguros de atividades comerciais e industriais, evidenciando os impactos materiais significativos causados pelo evento, o que "reforça a importância do seguro como instrumento essencial para proteger cidadãos e empresas perante fenómenos meteorológicos extremos".
Da depressão Cláudia resultaram, para além de danos materiais, três vítimas mortais e diversos feridos.