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Filho mais novo de Trump "salva" amiga vítima de violência doméstica

"Acabei de receber uma chamada de uma rapariga que conheço. Ela está a ser espancada", contou o jovem à polícia Foto: Angela Weiss /AFP

Barron Trump, filho mais novo do presidente norte-americano, Donald Trump, ajudou uma mulher vítima de violência ao ligar para a polícia, após testemunhar uma agressão por videochamada.

Há um ano, a 18 de janeiro de 2025, Barron estava em videochamada com uma mulher, cujo nome não foi revelado, que terá começado a ser agredida pelo ex-namorado.

Por volta das 2.23 horas, o adolescente, na altura com 18 anos, ligou para a polícia, de forma a informá-la sobre o sucedido. "Acabei de receber uma chamada de uma rapariga que conheço. Ela está a ser espancada", revelou.

Barron Trump terá fornecido dados sobre a sua localização, para uma rápida e eficaz intervenção por parte dos agentes.

Segundo o tribunal, citado pelo "The Guardian", Matvei Rumiantsev, suposto agressor, terá ficado com ciúmes da relação de amizade entre a mulher e Barron Trump.

O arguido, residente na zona de leste de Londres, é acusado por dois crimes de violação, asfixia intencional, agressão e obstrução à justiça.

O julgamento do caso continua a decorrer, sem data de conclusão à vista. Porém, no interrogatório, a mulher afirmou que o filho de Trump ajudou a salvá-la. "Aquela chamada foi como um sinal de Deus naquele momento", defendeu.

Beatriz Pinto