O julgamento do homicídio do estudante "Manu", cometido em frente ao Bar da Associação Académica da Universidade do Minho, em Braga, começa esta segunda-feira no Palácio da Justiça, com reforço de segurança.
A juíza-presidente, Sónia Martins, mandou solicitar "à autoridade policial competente o destacamento de uma força adequada a fim de manter a segurança do Tribunal e demais intervenientes, desde o início da audiência", da PSP e dos Serviços Prisionais.
O detido, Matheus Marley Machado, de 28 anos, em prisão preventiva na Cadeia de Custóias, será escoltado pelo Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP) e a PSP de Braga, terá agentes dentro e fora do Tribunal.
Manuel de Oliveira Gonçalves (Manu), de 19 anos, foi assassinado com três facadas, após incidentes dentro do Bar, na madrugada de 12 de abril do ano passado.
Os advogados de defesa tinha pedido para que o julgamento decorresse à porta fechada, mas a juíza-presidente decidiu que as sessões seriam abertas ao público.
Os receios de perturbação do julgamento, alegados pelos advogados António Falé de Carvalho e Marta Bessa Rodrigues, "não tiveram concretização e limitaram-se a meras afirmações genéricas", afirmou a juíza.