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Ban Ki-moon e Kofi Annan consideram massacre sírio violação "brutal" da lei

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e o enviado daquela organização, Kofi Annan, condenaram hoje o massacre de mais de 90 civis, incluindo crianças, perpetrado na Síria, considerando-o uma violação "brutal" da lei internacional.

Martin Nesirky, porta-voz das Nações Unidas, disse que Ban e Annan "condenam fortemente o massacre, confirmado pelos observadores internacionais, de dezenas de homens, mulheres e crianças" em Houla.

A missão das Nações Unidas no local contou 92 corpos, 32 deles de crianças com menos de dez anos, em Houla.

"Este horrendo e brutal crime, envolvendo o uso indiscriminado e desproporcionado da força, é uma flagrante violação da lei internacional e dos compromissos do governo Sírio para parar o uso de armas pesadas em centros populacionais e da violência em todas as suas formas", disse ainda o porta-voz.

Ambos os responsáveis das Nações Unidas defendem que os atacantes devem prestar contas do massacre.

Ban e Annan responsabilizam o regime sírio e exigem que o presidente da Síria, Bashar al-Assad, pare com toda a violência.

Redação