Escondeu a gravidez e quando o bebé nasceu, ao que tudo indica já morto, a militar da Força Aérea meteu-o num saco. Andou com ele uma semana no carro até pedir a um amigo que o queimasse, na Maia.
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Sem ter mais ninguém a quem recorrer, a mulher, de 26 anos, solteira, natural de Santa Maria de Avioso, Maia, mas que passava a maior parte do tempo num curso de formação de sargentos, no Montijo, foi ter com um amigo próximo. Com ela trazia um saco do Exército com o recém-nascido, que já estava em estado de putrefação.
Ao amigo disse que era apenas um cadáver de um animal e que tudo não passava de uma praxe do curso militar. Que lhe tinham deixado "aquilo" no carro, quando este estava estacionado no parque da base área do Montijo.