O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apresentou, este sábado, "toda a solidariedade" às famílias das vítimas do acidente das Linhas Aéreas de Moçambique, na Namíbia, assegurando que as autoridades portuguesas prestarão "toda a assistência possível".
"Nestemomento difícil quero apresentar a expressão de toda a minhasolidariedade às famílias das vítimas e às autoridadesmoçambicanas. As autoridades portuguesas vão continuar a acompanhara situação com vista a apurar o que se passou e também paraprestar toda a assistência possível às famílias afetadas por estetrágico acontecimento", lê-se numa nota do gabinete doprimeiro-ministro enviada à agência Lusa.
Manifestando"profundo pesar" pelo ocorrido, Passos Coelho diz ter sido,"até ao momento", apurado pelos "serviçosdiplomáticos e consulares nacionais" que a bordo do aviãoacidentado "seguiam seis cidadãos portugueses, para além decidadãos moçambicanos e angolanos e de outras nacionalidades".
Segundo osecretário de Estado das Comunidades Portuguesas, seis cidadãosportugueses seguiam a bordo do avião que se despenhou no norte daNamíbia, quando fazia a ligação na sexta-feira entre Maputo eLuanda.
OMinistério dos Negócios Estrangeiros português revelou, emcomunicado, que já foram contactados os familiares de quatro dosportugueses que viajavam no voo TM470, entre Maputo e Luanda, em'codeshare" com a angolana TAAG.
O avião,que transportava 27 passageiros e seis tripulantes, foi encontrado,este sábado, carbonizado no Parque Nacional de Nwabwata, no norte daNamíbia, não existindo sobreviventes.
Além doscidadãos portugueses e dos seis tripulantes, no avião seguiam,segundo a LAM, passageiros de nacionalidade moçambicana, angolana,francesa, brasileira e chinesa.