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Ex-comandante do Costa Concordia pensou que tinha embatido num pequeno rochedo

Francesco Schettino, o ex-comandante do Costa Concordia que está a ser julgado devido ao naufrágio do paquete que provocou 32 mortos em janeiro de 2012 perto da ilha toscana de Giglio, referiu que pensou ter embatido "num pequeno rochedo".

Aotestemunhar na segunda-feira durante o processo do antigo capitão notribunal de Grosseto (centro), o diretor da célula de crise de CostaCruzeiros referiu-se aos contactos telefónicos com Schettino nanoite do drama.

Numa dascomunicações telefónicas, intercetada pela 'caixa negra' do naviodez minutos após o impacto, e escutada pela audiência do tribunal,escuta-se o capitão Schettino a referir-se "a um pequenorochedo".

Na noitede 13 de janeiro de 2012, o Costa Concordia, que navegava muito pertoda costa com 4.229 pessoas a bordo, incluindo 3.200 turistas, embateunum recife e ficou encalhado entre rochedos a apenas algumas dezenasde metros de Giglio.

Os cincocoacusados, incluindo o oficial de bordo, e o timoneiro, foramcondenados a penas de menos de três anos de prisão, no âmbito deum processo de "pattegiamento" que permite um acordoamigável entre a justiça e os acusados.

Esteprocedimento foi recusado ao comandante Schettino.

Otimoneiro indonésio do navio, que tem sido posto em causa peladefesa do então comandante do Costa Concordia, permanece em parteincerta.

Redação