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Portugal recorre à NATO para comprar armas

Processo de aquisição de blindados ligeiros está previsto Jorge Amaral/Global Imagens

Primeira compra deverá ser a dos drones de reconhecimento para o Exército. Justificação é a necessidade de apressar os processos.

Os processos de compra de armas vão começar a passar pela NATO no sentido de fazer avançar as aquisições e evitar os processos judiciais que têm vindo a criar dificuldades ao reequipamento das Forças Armadas, soube o JN.

A primeira compra a ser transferida para a NATO passa pelos drones de reconhecimento para o Exército. Mas na calha está também o processo de aquisição de blindados ligeiros igualmente para o ramo terrestre das Forças Armadas, segundo o Ministério da Defesa admitiu ao JN. É a primeira vez que Portugal entra com a NATO em processos desta natureza.

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CARLOS VARELA