A alta representante para a Política Externa da União Europeia, Federica Mogherini, enviou em nome dos 28 as condolências ao ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, na sequência do atentado no metro de São Petersburgo.
Num comunicado do Serviço Europeu de Ação Exterior (SEAE), a UE condenou "nos termos mais firmes possíveis" todos os atos de violência.
"Os nossos pensamentos estão com o povo da Rússia, em especial com aqueles que perderam entes queridos", conclui a declaração.
O presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa, também enviou condolências ao homólogo russo, Vladimir Putin. Também o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, enviou uma mensagem ao ministro Sergei Lavrov, lamentando o atentado terrorista.
A título individual, o governo alemão expressou também a sua "profunda comoção" pelas "terríveis notícias" que chegaram de São Petersburgo.
"Estou a acompanhar com profunda comoção as terríveis notícias de São Petersburgo", indicou o ministro dos Negócios Estrangeiros Sigmar Gabriel, sublinhando que muitos indícios parecem indicar que se tratou de um "pérfido atentado contra pessoas inocentes no decorrer da sua rotina diária".
Do outro lado do Atlântico, o presidente dos Estados Unidos - que diz manter uma amizade com o homólogo russo, Vladimir Putin - classificou como "uma coisa horrível" os acontecimentos de São Petersburgo.
"Horrível, isto acontece no mundo inteiro, é uma coisa absolutamente horrível", declarou Donald Trump, citado pelos serviços da Casa Branca.
O governo espanhol disse ter recebido "com profunda consternação as notícias das explosões" no metro de São Petersburgo, que "causaram várias vítimas mortais e numerosos feridos". Madrid também condenou da forma "mais inequívoca e enérgica todos os atos violentos" e manifestou a sua "solidariedade para a Federação da Rússia".
Pelo menos dez pessoas morreram e dezenas de outras ficaram feridas num alegado atentado terrorista no metro de São Petersburgo. Fontes oficiais russas citadas pelas agências noticiosas, pelo menos 25 pessoas - entre eles crianças - foram levados para vários hospitais da segunda cidade russa, com ferimentos causados por estilhaços e pela onda expansiva da explosão.
Ainda que inicialmente as agências russas tenham falado em duas explosões, o Comité Nacional Antiterrorista da rússia (NKA) confirmou que se tratou de uma só explosão num metro que estava a chegar à estação Tejnologuícheskiy Institut, uma das mais movimentadas de São Petersburgo.