O IPMA prevê precipitação, durante esta segunda-feira, para a zona centro do país, onde se encontram centenas de bombeiros a combater as chamas desde sexta-feira.
"Já começou a chover na zona a sul do Douro e a norte do Tejo, mas as descargas elétricas continuam a preocupar", disse ao JN Ângela Lourenço, meteorologista de serviço do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IMPA).
Neste momento, encontram-se mais de 1100 homens, 345 veículos e cinco meios aéreos em Pedrógão a combater o incêndio. Já na manhã desta segunda-feira, os concelhos de Figueiró dos Vinhos e Alvaiázere, no distrito de Leiria, e o da Sertã, em Castelo Branco, foram marcados com o risco máximo de incêndio, pelo IPMA.
A chuva que esta manhã se fez sentir na zona "poderá ajudar os bombeiros de forma muito pontual". No entanto, a "quantidade de água que chega ao solo é diminuta e há zonas onde a trovoada continua a ser seca, sem chuva", referiu a meteorologista.
Apesar da preocupação provocada pela trovoada, Ângela Lourenço afasta um cenário semelhante ao de sábado e que esteve na origem do incêndio que vitimou 62 pessoas, em Pedrógão Grande. " A chuva é mais intensa", justifica.