policia

Bairros problemáticos da Grande Lisboa

Bairros problemáticos da Grande Lisboa

Quinta do Mocho

É um dos bairros mais problemáticos do concelho de Loures, conhecido pela existência de grupos organizados que se dedicam ao roubo e ao tráfico de estupefacientes. Há também casos de violência doméstica, embora a maior parte não seja denunciada. Nem o realojamento dos moradores num novo bairro (construído próximo do antigo) acabou com a má fama da Quinta do Mocho.

Bairro Branco

No aglomerado de habitação social no Monte de Caparica (Almada), o chamado Bairro Branco é identificado pela população como um local pouco seguro. Os prédios pintados de branco, pouco cuidados, não convidam à permanência. O tráfico de droga é um dos crimes mais frequentes, mas também há relatos de furtos de carros e lutas ilegais de cães. A esquadra mais perto fica no Pragal. Está prevista a construção, no Monte de Caparica, de um posto da GNR.

6 de Maio

Juntamente com a Cova da Moura, o Estrela d'África e o Santa Filomena, é um considerado um dos mais perigosos bairros do concelho da Amadora. Tráfico de estupefacientes e de armas e roubo são os principais crimes identificados ali pelas autoridades policiais, que quase sempre têm dificuldade em entrar neste labirinto à beira da Estrada Militar. Não são raros os episódios de confronto entre os moradores e a PSP, com detenções, feridos e desacatos.

Bela Vista

O nome deste bairro social de Setúbal saltou para a praça pública em 2000, pelo facto de vários dos elementos do chamado "gangue da CREL" ali residirem. Dois anos mais tarde, o aglomerado social voltou a ser falado, desta vez devido à morte de um jovem de 24 anos atingido por várias balas de borracha disparadas por um agente da PSP que acorria a uma rixa. Neste núcleo vivem centenas de famílias oriundas das antigas colónias portuguesas.

Marianas

Encravado entre as freguesias de Carcavelos e da Parede, em Cascais,o bairro das Marianas é 'famoso' devido ao consumo e tráfico de estupefacientes e à prostituição.Trata-se de um dos maiores aglomerados de barracas do concelho, que a Câmara está a tentar extinguir através do Plano Especial de Realojamento (PER) e da demolição das construções. As ruas estreitas e cravadas de carros abandonados assustam os mais afoitos.