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Marquês ganha fonte retirada de D. João I

Marquês ganha fonte retirada de D. João I

Afonte que foi retirada da Praça de D. João I (Porto), no âmbito da requalificação urbana da Capital Europeia da Cultura, em 2001, vai ser colocada no jardim da Praça do Marquês de Pombal. A empreitada de requalificação daquele espaço já está em marcha. A Empresa do Metro, responsável pela operação, espera ter os trabalhos concluídos no final de Abril. Máquinas e operários começaram, esta semana, a trabalhar.

O projecto é do gabinete do arquitecto Souto Moura e implica algumas alterações ao antigo perfil do espaço ajardinado, que ficará com uma área verde maior e menos percursos pedonais. Ainda assim, terá, além dos acessos à estação subterrânea de metro, seis zonas de entrada duas do lado SantaCatarina, duas do lado de Costa Cabral e outras duas na zona central da praça.

No interior do jardim, a Empresa do Metro garante que vai manter e recuperar o mobiliário urbano existente em toda a Praça (bancos e mesa em granito, bancos em ferro e madeira, marco do correio, entre outras estruturas, instalando também novo mobiliário, como papeleiras). Por outro lado, vai ser instalada uma nova iluminação em toda a Praça do Marquês, com a colocação de réplicas dos candeeiros tradicionais do Porto.

Por outro lado, a intervenção contempla a recuperação dos equipamentos tradicionais da praça coreto, quiosque, biblioteca e uma pequena fonte.

Mas a nova estrela do jardim do Marquês vai ser mesmo a fonte que estava na Praça de D. João I. A estrutura foi retirada aquando das obras da Capital da Cultura e, desde altura, o seu destino final permanecia desconhecido. Embora a hipótese do equipamento ir para a Praça do Marquês sempre fosse uma das possibilidades mais fortes.

Agora, a fonte terá de ser montada previamente, para que haja uma aprovação final por parte do projectista da requalificação do Marquês.

Refira-se, ainda, que a intervenção da Metro inclui a plantação de mais três árvores (na margem do jardim em frente à igreja do Marquês). O espaço não ficará, contudo, com mais exemplares do que aqueles que tinha antes das obras do metro a construção da estação subterrãnea obrigou ao transplante de três plátanos para a Praça Francisco Sá Carneiro.

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