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João chegou à meia-noite

João chegou à meia-noite

"Quero ter mais filhos, mas enquanto me lembrar do que sofri a ter este, nem pensar...". E foi com uma boa disposição de quem aparentemente não sentira dor nenhuma que Hélia Pereira Costa Aires se submetia, em descontraída pose com o seu rebento, a mais uma investida mediática, desta vez para o JN.

Tinha nos braços o "bebé do ano", um clássico noticioso do dia 1 de Janeiro, que este ano "saiu" a Lisboa, mais concretamente à Maternidade Alfredo da Costa e, mais concretamente ainda, a Hélia, 28 anos, e a Carlos Ripado. Era meia-noite e um segundo do primeiro dia de 2006 quando João Ricardo, primeiro filho do casal, acabava de nascer. Ou seja, "já estava todo cá fora".

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O parto correu bem, apesar da necessidade de três epidurais. Na véspera, pelas cinco da tarde, Hélia ainda não sabia que ia ser a mãe do "bebé do ano" português. E às alegrias da maternidade somou o prémio de 2 500 euros que o Montepio Geral dedicou à primeira criança a espreitar o ano novo. Agora, ouro sobre azul seria conseguir um lugar efectivo numa escola Hélia, professora de Inglês que já leccionou na cadeia de Monsanto, está na situação de contratada há cinco anos, e por isso de casa sempre às costas e temendo sempre não ser colocada...

"Pai, amanhã tem de comprar o jornal", lembrava Hélia ao pai, que naquele momento a acompanhava, juntamente com três primos "de um bebé famoso", como gracejou um deles.

Os bebés nascidos no primeiro dia de 2006 inauguraram o novo bloco de partos da Maternidade Alfredo da Costa, onde já nasceu meio milhão de crianças. O novo espaço, estudado para "dar resposta ao actual quadro de necessidades", recebe anualmente cerca de 31500 utentes e realiza perto de seis mil partos. J. A. S.

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