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Música clássica para o ano novo

Música clássica para o ano novo

Vai decorrer durante todo o próximo mês de Janeiro de 2007, o primeiro "FAN - Festival de Ano Novo - música séria para gente divertida", promovido pelo Teatro Municipal de Vila Real.

A iniciativa tem ainda como parceiros o Teatro Municipal de Bragança, a Associação Chaves Viva e os municípios de Lamego e Tabuaço, e vai levar a música clássica a dez monumentos ou locais de interesse histórico da região transmontano-duriense.

Segundo Vítor Nogueira, director do Teatro Municipal de Vila Real, "esta iniciativa, que está orçada em cerca de 50 mil euros, e conta com apoios do Leader+, através da Associação Douro Histórico, permitiu uma economia de escala, ao mesmo tempo que propõe percursos históricos com visitas a locais de grande valor patrimonial, às vezes desconhecidos pelas pessoas, mesmo as que aqui vivem".

Alguns dos concertos serão, assim, realizados na Sé de Lamego, na igreja Matriz de Tabuaço nas igrejas de Sendim, Longa ou Granja do Tedo, no mesmo município, sem esquecer os teatros municipais de Bragança e Vila Real, o Centro Cultural de Chaves, mas também as igrejas de Arroios, em Vila Real ou a famosa Torre de Quintela.

O FAN vai decorrer numa rede composta "por diversos edifícios de manifesto interesse patrimonial, com concertos que se pretendem em formato descontraído, contrariando dificuldades tantas vezes colocadas no acesso à cultura erudita", acrescentou Vítor Nogueira.

Ao todo, são 21 concertos de Ano Novo, entre o s dias 1 e 28, com actuações que vão desde a Banda Sinfónica Portuguesa aos Clarinetes Ad Libitum, Scherzi Musicali, o Coro Madrigália, Quarteto de Cordas Più Animato, Jed Barahal e Artur Caldeira, Quarteto de Saxofones do Porto, Yakov Marr e Svetalana M., Ricardo Barceló e Raul Pinto e Dominika Anna Miecznikowska.

O FAN será, a par do Douro Jazz e do 27 - Festival de Teatro, "mais uma aposta numa estrutura descentralizada de acolhimento de eventos culturais, que visa a circulação de públicos na região e a programação em rede, garantindo um acesso o mais generalizado possível a iniciativas de natureza cultural, de qualidade", rematou Vítor Nogueira.

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