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"A Humanidade não aprende com os seus erros"

"A Humanidade não aprende com os seus erros"

Entre "Silêncios", livro com que Teolinda Gersão se estreou, e o novíssimo "Regresso de Júlia Mann a Paraty" há 40 anos de diferença. Mais de duas dezenas de livros e vários prémios depois, a autora de obras marcantes como "A árvore das palavras" ou "O cavalo de sol" mantém o estado de enamoramento contínuo perante a escrita e as possibilidades ilimitadas que esta lhe confere. "Vou escrevendo o que não sei", destaca.

Os 40 anos que já passaram desde o primeiro livro representam metade da sua idade, mas valem por uma vida inteira?
Na verdade, tenho muito mais de 40 anos de vida literária. O meu primeiro livro foi publicado quando tinha 14 anos, mas não conto com ele. Só comecei a publicar regularmente em 1981. A partir daí foi a sério.

Faz questão de escrever todos os dias?
Não me forço. Gosto de fazer intervalos entre os livros para ter tempo de estar com outras pessoas, para viajar, para ler... Quando estou a escrever não leio nada de outros autores. Nunca interrompi a escrita desde a infância. Fui sempre escrevendo para a gaveta. Escrever é uma necessidade fundamental para mim, faz parte da minha vontade de ver o mundo e arrumar ideias.

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