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A revolução silenciosa dos museus nacionais já está em marcha

A revolução silenciosa dos museus nacionais já está em marcha

Até 2025, os espaços culturais deverão estar apetrechados para acolher, num ambiente de segurança, as pessoas com deficiência. Em vigor há seis meses, a Estratégia de Promoção da Acessibilidade e da Inclusão (EPAI) nos museus, monumentos e palácios inclui 90 medidas, entre as quais a instalação de ascensores e pavimentos sobrelevados ou as sinaléticas adequadas para indivíduos com necessidades especiais.

Volvido esse período, o balanço feito pelas direções regionais de Cultura do Norte, Centro e Algarve - a do Alentejo não respondeu ao JN em tempo útil - é positivo, mesmo que os resultados para mostrar sejam ainda relativamente escassos.

No Norte, a Direção Regional de Cultura (DRC) afirma ter "já algum trabalho desenvolvido". O Museu de Lamego é, para já, o grande cartão de visita. As "intervenções profundas" em curso preveem a construção de um elevador para permitir o acesso ao primeiro andar de pessoas com mobilidade reduzida, além da "renovação do discurso museológico com a qualificação da oferta expositiva e patrimonial disponível".

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