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Ai Weiwei: "Sem um grande monstro para combater não seria o que sou hoje"

Ai Weiwei: "Sem um grande monstro para combater não seria o que sou hoje"

Artista e ativista chinês inaugura esta sexta-feira nova exposição em Serralves. Ao JN diz o que o move e porque adora viver em Portugal.

Tem o ar de um segurança, as maneiras de um prelado, a linguagem de um revolucionário e a sua voz é dulcíssima: Ai Weiwei, 64 anos, é o excessivo e excecional artista plástico da China, país que o rejeita e de onde saiu. Esta sexta-feira inaugura nova exposição em Serralves, no Porto: "Ai Weiwei - Entrelaçar", com uma árvore titânica de ferro e raízes que são figuras humanas torcidas ou são aracnídeos que nos vieram inquietar. O que pretende de nós? Pôr-nos sempre na perspetiva do outro. E pôr-nos a pensar. " Qualquer artista, se quer estar vivo, tem que ser um ativista", confirma ao JN.

Já está a viver em Montemor-o-Novo há um ano. Porque nos escolheu?

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