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Ainda há lume aceso no debate sobre o Acordo Ortográfico

Ainda há lume aceso no debate sobre o Acordo Ortográfico

Norma criada em 1990 continua a gerar contestação e polémica, com uma discussão complexa em aberto.

Telmo Verdelho, professor catedrático de Linguística e Presidente do Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Língua Portuguesa na Academia das Ciências de Lisboa, e Afonso Reis Cabral, escritor, editor e, desde fevereiro, presidente da Fundação Eça de Queiroz, têm em comum o terem feito uma reflexão profunda sobre o Acordo Ortográfico (AO).

Foram colocados pelo JN a falar dela, a pretexto da contestação civil que existe desde o seu anúncio. Telmo Verdelho é defensor do acordo que nasceu para aproximar as duas principais variedades do português escrito, a portuguesa e a brasileira. Afonso Reis Cabral é um dos seus opositores, e subscritor das iniciativas de luta cívica contra ele, incluindo a Acordo Zero (ler texto ao lado).

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