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Amélia Muge: "Ainda não sei o que significa ser artista"

Amélia Muge: "Ainda não sei o que significa ser artista"

Amélia Muge celebra 30 anos de música com "Amélias", disco que homenageia o papel das vozes femininas.

O círculo fecha-se, 30 anos depois do seminal "Múgicas". "Amélias", novo disco de Amélia Muge, revisita os traços fundamentais de um percurso artístico exemplar, como o desdobramento sonoro, as vozes a capella ou um forte apego às raízes tradicionais que não exclui o recurso pontual à eletrónica.

Mas este é também um disco do presente, que provavelmente não teria sido concretizado sem o contexto da pandemia. Quem o admite é a própria artista, que sublinha a forma como as alusões à covid pairam ao longo das canções, mesmo que de uma forma raras vezes óbvia. "Interroguei-me ao longo destes tempos sobre o papel da música em situações-limite, como a guerra", afiança a compositora e intérprete, impressionada com a imagem de uma mãe refugiada que procurava suster o choro da sua criança entoando uma canção de embalar.

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