Música

As diferentes versões do eclipse segundo Tiago Bettencourt

As diferentes versões do eclipse segundo Tiago Bettencourt

Cantor e compositor atuou esta quinta-feira na redação do "Jornal de Notícias".

Tiago Bettencourt atuou na tarde desta quinta-feira na redação do "Jornal de Notícias", na véspera de dois concertos: sexta-feira próxima no Hard Club, no Porto, sábado no Capitólio, em Lisboa. Na redação fez uma atuação a solo, "baixinho para não incomodar", disse, acrescentando ter umas cinco versões diferentes para cada música.

Bem diferente do que promete para os dois concertos vindouros. "Sinto que as pessoas estão necessitadas de pôr os seus demónios cá para fora, pelo que decidi dar estes concertos mais pequenos e com músicas mais mexidas."
O álbum "2019 - Rumo ao eclipse", composto ainda antes da pandemia e editado em 2020, acabou por ter uma apresentação muito limitada. Como explica o músico, "há muitos temas que ainda nem sequer foram tocados ao vivo".

Durante a pandemia, entre um confinamento e outro, teve apenas um puinhado de apresentações, algumas "que eram mais conversas do que concertos". Ainda que estes sejam espetáculos em que quer projetar um olhar mais profundo sobre o novo álbum, há canções clássicas nos seus concertos, como "Se me deixasses ser", "Carta" e "Viagem", "um tema que entrou devagarinho, sem ser um sucesso imediato, mas que se tem tornado um êxito de visualizações no YouTube" . Outra das mais pedidas pelo público é a "Canção de engate", que tem tido êxito no Brasil.

Quanto ao verão, Bettencourt explica que também os concertos estão a chegar "devagarinho", alguns anunciados apenas com semanas de avanço.

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