Exclusivo

Camané: "Não canto para me exibir, a minha voz está ao serviço do fado"

Camané: "Não canto para me exibir, a minha voz está ao serviço do fado"

"Horas vazias" assinala o regresso de Camané aos discos de originais. Silêncio e swing são as palavras-chave.

"O fado atualiza-se de dentro para fora, através daqueles que o sentem". É esta a convicção de Camané, que no seu regresso aos originais, sete anos depois de "Infinito presente", convocou uma plêiade de autores de diferentes proveniências, não para se aproximar de outros universos musicais, num gesto de fusão que sempre rejeitou, mas para transformar esse material novo em fado. Porque só assim se sente honesto. Conversamos com o maior fadista português vivo e não detetamos uma lágrima de vedetismo.

Algum critério há de ter havido nesta recolha tão ampla de colaborações, tanto nas letras como na composição. Que unidade pode ser encontrada em "Horas vazias"?

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG