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Cinco décadas sem Jimi Hendrix

Cinco décadas sem Jimi Hendrix

Icónico guitarrista, cantor e lenda do rock morreu em 1970, em Londres. Carreira fulgurante acabou aos 27 anos.

Era 1966, a "swinging London" estava em estado de fervilhação insuperável, a cultura, a moda e o modo de vida da capital britânica eram o centro da criatividade ocidental, e Jimi Hendrix matou Deus.

Foi durante um concerto dos Cream - o "power trio" de virtuosos que dominava o circuito dos clubes de rock com atuações que desafiavam a lógica dos blues, através de improvisações e solos intermináveis que convertiam a audiência em adoradores do experimentalismo elétrico. Eric Clapton era, nas ruas londrinas, o imortal da distorção, que fazia da guitarra um instrumento para criar fórmulas sonoras explosivas. Pelo menos até ao dia em que um guitarrista desconhecido, trazido dos EUA pelo produtor Chas Chandler, subiu ao palco para entrar numa sessão de improvisação com os Cream. O americano tocou, Clapton retirou-se para os bastidores, Jimi matou Deus.

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