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Depois do céu e do inferno ainda há futuro para Spray?

Depois do céu e do inferno ainda há futuro para Spray?

Banda de João Paulo das Neves destacou-se nos anos 1990. Depois, mergulhou no esquecimento e no "wild side". Mas há sinais de retoma a partir de Londres.

"A história do rock está cheia de ascensões e quedas", diz João Paulo das Neves com conhecimento de causa. Podemos começar pela pergunta: quem se lembra dos Spray? Passaram abundantemente nas rádios e chegaram a disco de ouro em 1997 com o álbum de estreia "Pintado no luar", feito de uma pop solarenga e orelhuda. O sucesso atraiu jornais e televisões e outros músicos e em 1999 o segundo trabalho da banda, "Salto mortal", é produzido por Rui Reininho, que também participa no tema "Anoiteci". Há uma quebra no entusiasmo, o disco fica longe dos resultados do antecessor. A partir daí, os Spray - que não remetem para nenhum coletivo, mas sim para os instrumentos, letras e voz de João Paulo das Neves - vão conhecer o "wild side", forma poética de dizer que passaram um mau bocado. E agora há uma nova pergunta: irá voltar a ouvir-se falar dos Spray?

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