Cultura

Prisão política do fascismo revivida em Guimarães

Prisão política do fascismo revivida em Guimarães

A capital Europeia da Cultura leva à cena, desta quinta-feira até sábado, a peça de teatro "Diz--lhes que não falarei nem que me matem". Esta obra retrata os difíceis momentos da vida de Carlos Costa, prisioneiro da ditadura e companheiro de Álvaro Cunhal na fuga da prisão de Peniche.

Carlos Costa está presente, hoje, na primeira sessão. O antigo prisioneiro é tio-avô da portuense Marta Freitas, autora do texto e encenadora da peça. "Carlos Costa esteve 15 anos preso. Foram três prisões, muitas torturas e uma vida cheia de histórias", adianta ao JN a sobrinha.

O retrato está a cargo da companhia Mundo Razoável e pode ser visto pelo preço de 5 euros no Centro para os Assuntos de Arte e Arquitectura, sempre às 22 horas, em Guimarães.