Cultura

Carlos Avilez: “Um conjunto de filmes maravilhosos”

Carlos Avilez: “Um conjunto de filmes maravilhosos”

O encenador Carlos Avilez afirmou esta quarta-feira "ser um assíduo espectador de Manoel de Oliveira" por quem nutre "muito respeito".

Avilez acompanha Manoel de Oliveira desde "Douro, faina fluvial" (1931), mas o filme que o "deslumbra perfeitamente" é "Aniki-Bóbó" (1942).

Além de "Aniki-Bóbó", Avilez destacou também a fase mais recente do cineasta, que qualificou como "um conjunto de filmes maravilhosos".

O encenador do Experimental de Cascais referiu a "forte ligação que há no cinema de Oliveira com o teatro", mas salientou "a sua relação especial com a câmara e a sensibilidade com que trata as pessoas".

"Os filmes de Manoel de Oliveira são de facto dele, têm uma linguagem especial", concluiu.

Referindo-se ao rol de homenagens que o cineasta tem sido alvo, Avilez afirmou: "é justo e importante que pessoas que merecem a nossa admiração sejam reconhecidas".