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Eugénio Lisboa: "Não tenho grande pachorra para os escritores mais recentes"

Eugénio Lisboa: "Não tenho grande pachorra para os escritores mais recentes"

O novo livro de Eugénio Lisboa, "Vamos ler!", é um guia ideal para leitores relutantes. Ao JN, o ensaísta, de 90 anos, critica de forma contundente o "snobismo provinciano" da academia e da crítica literária

A leitura é o estado natural de Eugénio Lisboa. Desde que, aos 11 anos, ainda em Moçambique, descobriu Camilo Castelo Branco, o vício dos livros não mais o largou.

Oito décadas depois, ao cabo de uma vida em que aliou a docência universitária à investigação e escrita, afirma que ainda há espaço para mais livros da sua vida, mas "nas minhas estantes, sofás, mesas e chão é que não", graceja.

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