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Festivais de verão: há luz ao fundo do palco

Festivais de verão: há luz ao fundo do palco

Anúncios recentes em vários países europeus aumentam a expectativa de que os festivais regressem em 2021, ainda que com possíveis restrições e adiamentos.

O cancelamento de colossos como Glastonbury e Coachella, anunciados no início do ano, fez temer que 2021 se tornasse a continuação do deserto percorrido em 2020 no que toca a festivais de verão. Mas nos últimos dias têm surgido sinais de esperança para público e promotores, e os grandes certames europeus continuam a compor os seus cartazes. Nada é seguro em tempos de pandemia, mas as imagens recentes da Nova Zelândia, onde 20 mil pessoas acorreram a eventios como o Northern Bass e o Rhythm and Vines vão acalentando as expectativas dos melómanos.

No Reino Unido, país com a vacinação mais adiantada na Europa, foi anteontem anunciado um plano de desconfinamento que contempla, na sua última fase, a partir de 21 de junho, a abertura sem restrições dos grandes eventos. E festivais como o Creamfields, Reading and Leeds, Love Supreme ou o TRNSMT, em Glasgow, estão de bilheteira aberta e cartaz fechado.

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