Música

Filipe Karlsson chega ao Porto sem "mãos atadas"

Filipe Karlsson chega ao Porto sem "mãos atadas"

O artista luso-sueco estreou-se nas edições em plena pandemia e pisa esta quinta-feira o palco do Hard Club, no Porto.

Filipe Karlsson chegou de rompante em maio de 2020 com o EP "Teorias do bem-estar". Embora o nome remeta para um período de prosperidade, os efeitos da pandemia faziam-se sentir um pouco por todo o mundo. "As pessoas reagiram bem. Só se falava de tragédias, mortes e essas coisas e, sem pensarmos, o nome do disco veio ajudar a promover o projeto", afirma ao JN.

Ainda que tenha esperado para apostar na carreira, a verdade é que a música entrou na vida de Filipe desde muito cedo, por influência caseira: "Comecei a tocar piano com oito anos de idade. A minha família ouvia muita música e muitos discos, então entrei um bocado nessa onda".

Numa contínua inspiração vinda dos anos 1970 e com um toque de positivismo, o cantor luso-sueco apresenta esta quinta-feira o novo EP, "Mãos atadas", no Hard Club.

Karlsson já passou por palcos de dimensões apreciáveis, como a Altice Arena ou o Teatro Maria Matos, em Lisboa, e a Casa da Música, no Porto, mas esta será a primeira vez que poderá interagir com o público sem restrições: "Acho que os concertos vão ser incríveis. Da última vez já foram muito bons, mas tinha de se cumprir o distanciamento social e com as máscaras não se podia estar tão à vontade. Desta vez, estou à espera do oposto, até porque já não estamos de mãos atadas [numa referência ao título do novo EP]".

"Vamos tocar quase todas as músicas e estamos a preparar uma setlist muito especial, porque é o culminar de dois EP", referiu ainda.

Além dos concertos agendados para esta quinta-feira no Hard Club e para 3 de junho no Capitólio, em Lisboa, Filipe Karlsson vai marcar presença no palco LG do Super Bock Super Rock, a 16 de junho no Meco, em Sesimbra.

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