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Gonçalo Amorim: "Sofro com a instrumentalização da imprensa"

Gonçalo Amorim: "Sofro com a instrumentalização da imprensa"

Encenador Gonçalo Amorim ensaia a possibilidade de revolução em três peças diferentes nesta temporada.

Três estreias em três teatros é o caderno de encargos de Gonçalo Amorim, 44 anos, para as sete próximas semanas. Em comum, as peças apresentam "a melancolia dos derrotados como uma possibilidade de revolução", desvendou, ao JN, o diretor artístico do Teatro Experimental do Porto (TEP) e do Festival Internacional de Expressão Ibérica (FITEI).

A primeira estreia do encenador nesta temporada é uma tragédia grega. A.N.T.Í.G.O.N.A., a partir da peça de Sófocles (Teatro Carlos Alberto, Porto, desta quarta-feira até 19) transforma-se numa coisa outra, cuja pista estará no acrónimo encontrado para o nome da filha de Édipo: "Ainda não temos imagens de guerra onde nasça o amor". No dia 8 de outubro, a estreia é em Lisboa, no Teatro Nacional D. Maria II, com "Última hora", comédia negra de Rui Cardoso Martins sobre o jornalismo. Um mês depois, novo regresso ao Norte, para estrear, ao lado do cúmplice Paulo Furtado, "Estro/Watts. Poesia da idade do rock" (Teatro Municipal do Porto, 6 a 8 de novembro).

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