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"Greetings from the Free Forests" e "Terra" vencem prémios principais do DocLisboa

"Greetings from the Free Forests" e "Terra" vencem prémios principais do DocLisboa

As obras "Greetings from Free Forests", de Ian Soroka, e "Terra", de Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres, venceram os principais prémios do festival DocLisboa'18, que terminou hoje com a exibição do filme "Infinite Footbal", de Cornelius Porumboiu.

"Greetings from Free Forests", de Ian Soroka, venceu o Grande Prémio Cidade de Lisboa para melhor filme da competição internacional, no valor de oito mil euros, enquanto "Terra", de Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres, arrecadou o Prémio Doclisboa para melhor filme da competição portuguesa, no valor de cinco mil euros.

Também na competição internacional foi distinguido com o Prémio Sociedade Portuguesa de Autores o filme "The Guest", de Sebastian Weber, que conquistou igualmente o galardão Ageas Seguros para melhor curta-metragem.

Na competição portuguesa foram ainda galardoados com o prémio Kino Sound Studio "Pele de Luz", de André Guiomar, e com uma menção honrosa do júri "Vacas e Rainhas", de Laura Marques, que venceu também o prémio da Fundação Inatel para melhor filme de temática associada a práticas e tradições culturais e ao património imaterial da humanidade.

O Prémio Escolas distinguiu o filme "Terra Branca", de Leonor Teles, e na competição transversal, o vendedor do prémio revelação foi para "Cidade Marconi", de Ricardo Moreira, enquanto "Amanhecer", de Carmen Torres e "Paul is Dead", de Antoni Collot, conquistaram menções honrosas.

Foi ainda atribuído o prémio do jornal Público para melhor filme português a "Vadio", de Stefan Lechner.

Na categoria "Verdes Anos", venceram "After the Fire", de Ahsan Mahmood Yunus, (Prémio Kask/Brussels Airlines), "Aos meus pais", de Melanie Pereira, (Prémio Especial Walla Collective) e "Song off the Bell", de Hosein Jalilvand,(Prémio Doc's Kingdom).

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O Prémio RTP para melhor projeto em fase de pós-produção foi conquistado por "Caminho longo para casa", de Tiago Siopa, e o Prémio FCSH para melhor projeto das oficinas Arché a "Viajem ao Makonde de Moçambique", de Catarina Alves Costa.

Foram ainda entregues os galardões Arquipélago -- Centro de Artes Contemporâneas para melhor projeto em fase de escrita a "La Playa de los Encharquilhos", de Iván Mora Manzano, e Bienal Arte Jovem a "Amor e Medos Estranhos" de Deborah Viegas.

Os filmes premiados do Doclisboa'18 poderão ser vistos no Cinema Ideal, nos dias 29,30 e 31 de outubro, nas sessões das 18:00 e das 22:15.

O Festival Internacional de Cinema DocLisboa começou em 18 de outubro e, durante dez dias, apresentou dezenas de filmes, dando a conhecer novas propostas em torno do documentário.

Do cinema português, foram mostrados filmes como "Alis Ubbo", de Paulo Abreu, e "Avenida Almirante Reis em 3 andamentos", de Renata Sancho, ambos sobre Lisboa, "Terra Franca", de Leonor Teles, e dois filmes de Jorge Cramez: "Antecâmara", que integrou a competição internacional, e "Actos de Cinema".

Da produção estrangeira, foram mostrados "Fahrenheit 11/9", de Michael Moore sobre a administração de Donald Trump, "O plano", de Steve Sprung, sobre trabalho, e "The Silence of Others", olhar de Almudena Carracedo e Rovert Bahar sobre vítimas do franquismo, em Espanha.

O festival abriu com a apresentação de "The Waldheim Waltz", de Ruth Beckerman, e encerrou hoje com a apresentação de "Infinite Football", de Corneliu Porumboiu.

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