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GUIdance, um festival a arriscar e a mudar o mundo desde 2011

GUIdance, um festival a arriscar e a mudar o mundo desde 2011

Arranca esta quinta-feira a 11ª edição do Festival Internacional de Dança Contemporânea de Guimarães. Rui Torrinha falou com o JN sobre o caminho trilhado até aqui.

Quando a pandemia se tornou inescapável, no remoto-recente 2020, a americana Laurie Anderson realizou um sonho antigo: conduzir um programa de rádio a meio da noite. Chamou-lhe "Festa no Bardo", resgatando um termo do livro tibetano dos mortos, que significa "lugar de passagem", um espaço-tempo que já não é o que foi e também ainda não é o que será.

Esse não-lugar em que a pandemia nos estacionou há dois anos é o ponto de partida para a 11ª edição do GUIdance, Festival Internacional de Dança Contemporânea, que regressa a Guimarães, e onde até dia 12 deste mês, em dois alargados fins de semana consecutivos, serão apresentadas dez criações e alimentada a utopia fundacional do festival: "mudar o mundo a dançar", como fixou Rui Torrinha no texto de abertura do programa que arranca às 21h30, no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), com "Escala" de Sofia Dias e Vítor Roriz, dupla de criadores que surge em dose tripla nesta edição.

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