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Há um novo Conan que chega do futuro com sons de intervenção

Há um novo Conan que chega do futuro com sons de intervenção

A plateia presente no Estúdio 1 da RTP onde, sábado à noite, se apuraram os primeiros quatro finalistas do Festival da Canção 2020 era o espelho do que se comentava nas redes sociais: nesta 54.ª edição há uma versão de Conan Osiris, o extravagante vencedor do ano passado.

Para interpretar "Gerbera amarela do Sul", Filipe Sambado ousou no guarda-roupa, levou saia e pôs silicone... na cara. Mas em vez de "partir o telemóvel" inspirou-se nos sons de Fausto e Zeca, nomes de intervenção.

Bárbara Tinoco, com "Passe-partout", deu o toque francês à festa e assumiu que a canção é feminista - "não sou mais pitéu, não/nem o teu troféu", pode ler-se entre os versos. Elisa destacou-se na balada, com "Medo de sentir", e os frenéticos Throes+The Shine no universo do hip-hop em "Movimento".

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