Literatura

Correntes D'Escritas promete em 2019 "a maior edição de sempre"

Correntes D'Escritas promete em 2019 "a maior edição de sempre"

Com um número recorde de participantes (140) e de dias (9), a 20ª edição do festival literário Correntes D'Escritas será a "maior de sempre", garante a organização. Marcelo Rebelo de Sousa preside à cerimónia de abertura, no dia 19 de fevereiro.

Vários vencedores de Prémios Camões, Saramago e Cervantes fazem parte do rol de convidados daquele que é considerado por muitos o maior festival literário português,. Lídia Jorge, Afonso Cruz, Mário Cláudio, Gonçalo M. Tavares, os espanhóis Carmen Posadas e Manuel Rivas, a cubana Karla Suarez e a brasileira Nelida Piñon são apenas alguns dos muitos destaques da lista de convidados.

Além de escritores, o "Correntes" volta a convocar uma série de convidados de outras áreas, como são os casos do fotógrafo Daniel Mordzinski ou dos artistas Amélia Muge, Tó Trips e Uxía.

Já a partir do próximo dia 16 irão desenrolar-se várias atividades, com destaque para as ações de rua, mas a abertura oficial está marcada para dia 16, às 11 horas, no Casino da Póvoa, com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa.

Momento sempre marcante no festival, a conferência de abertura estará desta vez a cargo de Jorge Carlos Fonseca, presidente da República de Cabo Verde que preside também à Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP. "As letras da língua e a mobilidade dos criadores na CPLP" é o tema da preleção.

Outra das cerimónias imprescindíveis é a da divulgação do vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, Depois da vitória do romancista colombiano Juan Gabriel Vasquéz com "A forma das ruínas", será a vez de escolher uma obra de poesia.

O centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner vai ser assinalado de forma original: os títulos das mesas redondas são versos extraídos da obra da autora.

Na vasta programa paralela, realce para as exposições "O relógio da alma", fotografias de Ana Carvalho a partir de poemas de Fernando Pessoa, "Vidas de papel", retratos de Alex Gozblau, e "Que sais-je?", sobre livros e edições de artista.