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No interior, a poesia é quem mais ordena

No interior, a poesia é quem mais ordena

O mais antigo festival de poesia do país arranca amanhã em Foz Côa. Na quinta-feira, é Paredes de Coura a chamar a si a poesia. Aos livros e à liberdade, que esta semana se comemoram em dias próprios, une-os, entre o mais, o espírito da resistência. Sobretudo se falarmos de poesia.

Não é assim por coincidência que o Norte do país assiste, esta semana, a dois festivais de poesia, separados por muitos quilómetros, mas juntos no propósito: aproximar as pessoas da poesia, desarmando-as e armando-as com o poder da palavra.

Já esta terça-feira, 23, arranca o Festival de Música e Poesia de Foz Côa, o mais antigo do país, cuja história remonta a 1984. Logo no primeiro dia, acontece aquele que Jorge Maximino, diretor e um dos fundadores do certame, assume como "o momento especial do festival": um colóquio de homenagem a Manuel Alegre, que conta com a presença do poeta, a quem caberá a leitura de poemas seus.

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