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Júlio Dinis, o escritor a quem o tempo tarda a fazer justiça

Júlio Dinis, o escritor a quem o tempo tarda a fazer justiça

Falecido há 150 anos, Júlio Dinis ainda é lido, mas a falsa ideia de superficialidade penaliza a sua avaliação crítica.

A morte precoce, aos 31 anos, não impediu uma obra significativa

Eduardo Lourenço descobriu a paixão pela leitura, aos oito anos, nos romances de Júlio Dinis, trazidos pelo pai numa mala de viagem que ganhou contornos míticos no imaginário do pensador; Agustina Bessa-Luís, sempre modesta nos elogios alheios, reconheceu certa vez que o gosto pelo romance "A morgadinha dos canaviais", lido na meninice, a levou a criar uma adaptação em BD.

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