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Mais de 400 anos depois, D. Sebastião ainda alimenta paixões

Mais de 400 anos depois, D. Sebastião ainda alimenta paixões

Dois novos livros dos historiadores André Belo e A. R. Azzam exploram o mito sebastianista a partir de um dos impostores que reclamaram o trono.

Em 1598, um episódio desassossegou o regime filipino e fez suspirar muitos portugueses que alimentavam o desejo da restauração da independência: um desconhecido apareceu em Veneza reclamando ser o próprio D. Sebastião, tombado na batalha de Alcácer Quibir 20 anos antes.

Apesar de não ter qualquer semelhança física com O Desejado e de nem sequer dominar com fluência o idioma pátrio, Marco Tulio Catizone (assim se chamava o impostor oriundo da Calábria) não foi desmascarado de imediato. Bem pelo contrário. O caso prolongar-se-ia durante cinco anos, com sucessivos inquéritos, interrogatórios e posteriores detenções envolvendo também os seus cúmplices, até que Catizone seria condenado à morte.

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