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"Big Brother" chega ao fim a ganhar

"Big Brother" chega ao fim a ganhar

Reality show da TVI conquistou a liderança dos serões de domingo. Mulheres estão em maioria na final deste domingo à noite.

O "Big Brother 2020", que hoje chega ao fim, estreou a 26 de abril na TV - 20 anos depois da primeira edição em Portugal -, ao mesmo tempo que a SIC arrancava com a terceira temporada de "Quem quer namorar com o agricultor?", em formato adaptado à crise pandémica que já tinha adiado os dois programas. O "BB Zoom" confinou os concorrentes num hotel, em quartos separados, até 7 de abril, altura em que, testados à covid-19, entraram finalmente na casa da Ericeira. Não convenceu as audiências e o pior resultado registar-se-ia na semana seguinte, a 3 de maio, com 846 mil telespectadores e 18,6% share.

Foi a 7 de junho que o "Big Brother", já com polémicas e pares românticos à mistura, começou a dar mostras de recuperação, alcançando mais quota de mercado, embora menos espectadores do que a concorrência. No entanto, a 28 de junho afirmou-se como preferência dos portugueses. E, contas feitas, no final, o programa apresentado por Cláudio Ramos (ver caixa) sai a ganhar, ao somar em julho 1 milhão 115 mil espectadores e uma quota de 27,2%.

Hoje, saber-se-á quem é o vencedor entre seis finalistas. Um rol em que as mulheres levam a maior, pois só Diogo conseguiu vingar entre os homens. O especialista em marketing digital disputa o prémio de 50 mil euros com Ana Catharina, com quem se envolveu sentimentalmente, Sandrina, Soraia, Iury e Noélia.

O desfecho é uma incógnita, mas há favoritos. Numa sondagem através da página de Instagram do formato, Soraia foi a candidata mais votada, seguindo-se Diogo e a brasileira Ana Catharina.

Cláudio Ramos foi contratação para agarrar audiências

Cláudio Ramos foi a primeira grande transferência televisiva de 2020. Dezassete anos depois, o apresentador deixou a SIC para agarrar o sonho de apresentar o novo formato do "Big Brother", programa em que foi concorrente em 2002, na TVI. Em fevereiro, Nuno Santos, o agora diretor-geral, descreveu-o como "um profissional criativo e versátil". Os números não lhe sorriram de imediato, mas, paulatinamente, Cláudio agarrou nas histórias dos concorrentes e prendeu os telespectadores. Esta noite, terá como adversário, na SIC, o filme de Tony Carreira. E, embora não seja bom a cantar, já provou que letra não lhe falta para dar música aos portugueses.

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