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Há mais 167 postos de venda para comprar o JN

Há mais 167 postos de venda para comprar o JN

Há mais 167 postos de venda abertos, entre os quais 45 no distrito do Porto e 65 no de Lisboa, onde o leitor pode adquirir o "Jornal de Notícias", entre outros títulos.

Saiba AQUI onde pode comprar diariamente o seu Jornal de Notícias.

Recorde-se que, apesar da declaração de estado de emergência em Portugal, os cerca de seis mil quiosques e outros pontos de venda de jornais podem continuam a funcionar, para garantir o direito à informação dos portugueses.

O novo decreto do Governo que regula o estado de emergência até 17 de abril prevê, tal como já tinha acontecido entre 19 de março e 2 de abril, que os quiosques e tabacarias se mantenham abertos. O diploma considera que os jornais são um bem "de primeira necessidade" e continua a permitir a sua venda presencial.

Há duas semanas, após o Conselho de Ministros que definiu as medidas do Governo para o primeiro período de exceção, António Costa tinha dito que os jornais são bens "absolutamente essenciais ao dia-a-dia das pessoas" e que, de modo a "garantir o direito à informação", as papelarias e quiosques "podem e devem manter-se abertos".

A semana passada, os diretores de 20 jornais e revistas portugueses redigiram uma carta em que apelam aos cidadãos que ajudem a combater a pirataria que, sobretudo por estes dias, se serve do jornalismo profissional.

O aumento da procura de informação registado em Portugal nas últimas semanas, face à doença que já atingiu mais de nove mil pessoas no país, tem levado à disseminação de edições piratas de jornais e revistas, naquilo que é uma clara violação da lei dos direitos de autor. Essa divulgação, que se faz através do email, WhatsApp e redes sociais, é uma ameaça ao trabalho da imprensa livre e independente e das empresas de comunicação social.

Pode ainda assinar a versão digital do JN, que incluiu o jornal impresso, aqui

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