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Oferta de TV arrisca empobrecimento com contratações milionárias

Oferta de TV arrisca empobrecimento com contratações milionárias

Especialistas na área dos media alertam para o perigo de as estações canalizarem recursos para o salário das "estrelas", desinvestindo no resto.

É preciso recuarmos mais de uma década e meia, quando a TVI arrebatou a liderança das audiências à SIC, para encontrarmos algo parecido: transferências de figuras do entretenimento pagas a peso de ouro, desenterrar de fórmulas gastas e até ameaças judiciais pelo meio, com pedidos de indemnização na ordem dos milhões.

A disputa pela liderança está mais acesa do que nunca, mas os papéis do início do milénio inverteram-se. Agora é o canal de Queluz de Baixo que procura chegar ao trono, valendo-se do forte apelo popular de Cristina Ferreira, que aceitou regressar à casa-mãe, investida no papel de diretora de Entretenimento e Ficção da estação e até de acionista da Media Capital, com 2,5% das ações.

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