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Meo Marés Vivas renova com Anitta e Liam Payne

Meo Marés Vivas renova com Anitta e Liam Payne

Festival antecipa reembolsos em cinco meses. Parlamento aprovou as regras para festivais.

O MEO Marés Vivas, reagendado para os dias 16 a 18 de julho de 2021, já assegurou os nomes de Anitta e Liam Payne para a próxima edição. Jorge Lopes, da PEV Entertainment, produtora que organiza o festival, confirmou ao JN que a carioca da Pop e o inglês que integrava os One Direction vão atuar no dia 17, um sábado.

Os artistas agora renovados já iam atuar a um sábado na edição que foi adiada por imposição do Governo devido à covid-19. São dois dos nomes que geraram mais expectativas para a edição deste ano do festival e, segundo Jorge Lopes, o dia de sábado "já tinha vendido 80% dos bilhetes".

Quem comprou entrada para este ano, e quiser ir ao festival na nova data, terá de trocar o bilhete antigo pelo novo, sem custos acrescidos. Caso não possa ir ao festival, pode ser reembolsado "nos quinze dias subsequentes à sua realização", acrescenta o organizador. Ou seja, quem comprou bilhete e não puder marcar presença na nova data, pode ser ressarcido do valor entre 18 de julho e 2 de agosto do próximo ano.

Na lei aprovada ontem pelo Parlamento é dado o prazo de janeiro de 2022 para os reembolsos, pelo que o festival de Vila Nova de Gaia antecipa essa devolução em cinco meses. Além disso, quem comprou bilhete diário para sexta-feira, por exemplo, pode trocar pela entrada de sábado na nova data.

"Vamos permitir todas estas trocas de uns dias para os outros, o que têm é mesmo de trocar o bilhete, porque o antigo não vale", esclarece Jorge Lopes. De acordo com o organizador, as regras foram definidas tendo em contra o bem-estar e a salvaguarda "do consumidor que confiou, acreditou e comprou", dentro dos limites definidos pela lei.

Parlamento aprova regras

A proposta que rege as medidas excecionais para espetáculos, festivais e eventos de natureza análogo foi aprovada ontem, com os votos a favor do PS, PSD, BE, PAN e Joacine Katar Moreira. Os restantes partidos abstiveram-se e o Chega não estava presente.

O PS fez aprovar uma alteração de última hora que exclui a autorização do IGAC para os festivais e espetáculos análogos que, excecionalmente, possam ter lugar. "É matéria sobre a qual a IGAC não tem competência, uma vez que a sua competência se circunscreve a recintos fechados", justificou Pedro Delgado Alves. De resto, a proposta prevê todas as medidas noticiadas ontem pelo JN, como o limite de 30 de setembro para o anúncio dos reagendamentos.

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