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Nininho Vaz Maia: "Sei que as pessoas têm sede de mim"

Nininho Vaz Maia: "Sei que as pessoas têm sede de mim"

Nininho Vaz Maia lança álbum de estreia: "Raízes". E não quer dar concertos para menos de mil pessoas.

Em 1992, no dia 2 de julho, a pequena povoação de San Fernando, na baía de Cádis, no Sul de Espanha, recebia milhares de pessoas para a despedida daquele que foi o maior cantor de flamenco dos tempos modernos: Camarón. A segurar o féretro estavam Paco de Lucía e Tomatito. As casualidades da vida quiseram que 29 anos depois, no dia da morte do seu referente, Nininho Vaz Maia lançasse o seu álbum de estreia, "Raízes".

"Quando a Triana [mulher] me disse, fiquei arrepiado, não sabia que tinha sido naquele dia", afirma o cantor ao JN. Foi uma série sobre a vida de José Monje Cruz que, durante o confinamento, o levou a registar este disco. "Quando acabei de ver a série, decidi que ia gravar. Ele também tentou e falhou. E tornou a tentar e triunfou. E também tinha um estilo próprio".

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