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O disco em que Amália encontrou a sua alma gémea na música

O disco em que Amália encontrou a sua alma gémea na música

Lançada edição especial de "Busto", obra que marca o início da longa parceria com Alain Oulman. "Foi uma revolução", diz o investigador Frederico Santiago.

Em 1961, Amália Rodrigues estava no auge da carreira. A sua voz era aclamada nos palcos de todo o Mundo, fossem eles em Nova Iorque, Bruxelas, Brasil ou Marrocos. E, todavia, exigente e perfeccionista como era, não se contentava apenas com a adulação popular. Ambicionava uma evolução artística contínua, como o vinha a fazer desde que surgiu de rompante no meio fadístico, mais de duas décadas antes.

O encontro com Alain Oulman proporcionou-lhe o passo em frente com que tanto sonhara. Num ápice, o discreto compositor de origem francesa ajudou-a a consumar o que já tinha aflorado: a aproximação entre a música popular e a poesia erudita, através de autores como Camões, José Régio, Pedro Homem de Mello ou Alexandre O"Neill.

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