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Pequenas e médias editoras foram as mais penalizadas em 2020

Pequenas e médias editoras foram as mais penalizadas em 2020

Projetos de cariz independente perderam 12% da quota de mercado apenas num ano. Concentração do setor agrava risco de empobrecimento da oferta, dizem os editores.

O peso das editoras de pequena e média dimensão - vulgarmente designadas de "independentes" - sofreu uma forte quebra no ano passado. Segundo os dados da consultora Gfk, relativos a 88% do mercado português, a quota baixou de 23,6% para 20,6%, o que representa uma perda de 12% do seu valor global.

Com a recente fusão entre a Penguin Random House Portugal e a 2020, o espetro da concentração crescente voltou a pairar sobre o mercado - 80% do volume de negócios está agora na posse de oito editoras, sendo que os dois principais grupos, Leya e Porto Editora, valem mais de 40%.

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