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Promotores culturais reclamam apoios

Promotores culturais reclamam apoios

A associação que reúne promotores de espetáculos quer que o Estado ajude a combater os "prejuízos catastróficos" que estão a assolar o setor e a colocar em causa a continuidade de várias empresas

A criação de linhas de crédito com taxas reduzidas e a a garantia de que "as autarquias mantêm o orçamento previsto para a aquisição de espetáculos em 2020" são duas das principais reivindicações do comunicado emitido esta quarta-feira pela Associação de Promotores de Espectáculos, Festivais e Eventos (APEFE), que procurou sensibilizar o Governo para a necessidade de "minimizar os prejuízos catastróficos do sector cultural".

Relembrando que a cultura foi "o primeiro setor a ser impedido de trabalhar", perdendo por via disso "100% da sua faturação", a associação apelidou de "claramente insuficientes" as medidas anunciadas até à data pelo Governo. Propõe, desse modo, um conjunto de sete iniciativas que envolvem o Ministério da Cultura, em articulação com os ministérios do Trabalho, Solidariedade/Segurança Social e o da Economia.

De entre essas reclamações fazem parte ainda "o acesso imediato a lay-off total ou parcial para trabalhadores de empresas do setor" e a disponibilização de um "cheque-cultura" de 10 euros para "todos os portugueses residentes em território nacional" que sirva exclusivamente para comprar bilhetes para espetáculos, exposições e museus", mas também o adiamento do "pagamento das obrigações fiscais relativas ao pagamento de IVA, TSU, IRC e pagamento por conta até 30 dias após o fim da proibição da realização de espetáculos ao vivo" sem que disso possa resultar dívida para as empresas e criando um "plano de pagamento posterior em duodécimos isentos de juros";

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