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"Quem é o empresário que sobrevive com 14,9% dos clientes?"

"Quem é o empresário que sobrevive com 14,9% dos clientes?"

Promotores de concertos lembram que não há registo de surtos em eventos culturais.

Os promotores de concertos não auguram um ano brilhante para o negócio em Portugal. Entre muita incerteza, vive-se sobretudo de ingressos vendidos antes da pandemia; a margem de risco para quem agenda novos espetáculos é bastante elevada, contando-se entradas até à hora de início da função.

O teste é dissuasor da compra de um bilhete para um concerto, diz ao JN o promotor Jorge Veloso. "Tenho 14 mil bilhetes vendidos só em 15 dias para o concerto do Luan Santana, que é em agosto. Não me posso queixar". Mas na próxima semana "trago os Jota Quest ao Campo Pequeno e a Braga e vai ser como nos estádios: ou a meio gás, ou vazios". Veloso não acredita numa enchente de última hora: "Não vou vender 50% de bilhetes no próprio dia. Talvez um dia ou dois antes haja alguma procura".

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