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Rejeitada acusação de pornografia infantil na capa do álbum "Nervermind"

Rejeitada acusação de pornografia infantil na capa do álbum "Nervermind"

Spencer Elden, o bebé que há 30 anos apareceu completamente nu na capa do clássico álbum "Nevermind", dos Nirvana, processou a banda norte americana, no ano passado, por alegada exploração sexual, mas um juiz recusou a ação.

A ação movida contra os Nirvana foi recusada por um juiz na Califórnia, esta segunda-feira, por considerar que a acusação não tinha fundamento. Em causa, está o "sofrimento emocional extremo e permanente", bem como a perda de salários e "alegria de viver", que Elden diz ter sido vítima ao longo de todos estes anos. E por isso, a defesa do jovem exigiu a restituição de todos os lucros como resultado da conduta ilegal da banda, acusada de pornografia infantil e enriquecimento injusto com a capa do disco.

Os advogados da banda norte americana logo afirmaram que a acusação era completamente descabida, uma vez que pela lógica de Spencer "qualquer um que possuísse uma cópia do álbum seria culpado de posse ilegal de pornografia infantil".

As evidências recolhidas pela defesa dos Nirvana parecem não deixar margem para dúvidas: durante três décadas, Elden desfrutou da notoriedade de ter sido o "bebé nirvana" - "Ele reencenou a fotografia em troca de dinheiro, teve o título do álbum tatuado no peito e chegou a autografar cópias da capa do álbum para vender no eBay", reiteraram. Pelo que apresentaram uma moção, para que o caso fosse arquivado.

A defesa do jovem tinha até dia 30 de dezembro do ano passado para dar reposta ao pedido interposto pelos Nirvana, mas deixou passar o prazo de reclamação. Em oposição à decisão do juiz, os advogados de Elden referiram que os prazos de reclamação não se aplicam neste tipo de casos, uma vez que o álbum ainda continua a ser vendido, atualmente.

Como resultado o juiz deliberou que o caso fica com uma "autorização para ser emendado", o que significa que a defesa de Elden tem agora até ao dia 13 de janeiro para recorrer da decisão.

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