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Rock in Rio: revolução verde permitiu reciclar duas mil toneladas

Rock in Rio: revolução verde permitiu reciclar duas mil toneladas

Festivais apostam cada vez mais em práticas sustentáveis. Rock in Rio Lisboa prevê este ano nova redução de resíduos.

Milhares de copos de plástico espalhados pelo chão ou caixotes de lixo a transbordar de detritos no final de uma noite de espetáculos são imagens que nos habituámos a ver nos festivais, mas cuja persistência parece ameaçada. Cada vez mais, estes eventos fazem da prática de sustentabilidade um dos eixos da sua ação, através da aposta na reciclagem, apoio a programas sociais ou a promoção de ações de educação ambiental.

Atingida a meta de "lixo zero" na edição de 2016 - o que significa que todos os resíduos produzidos são reciclados ou transformados em energia e fertilizante -, o Rock in Rio Lisboa acaba de traçar as suas metas de sustentabilidade até 2030, que elencam uma série de objetivos ambiciosos a atingir até essa data, entre os quais consta a redução da geração de resíduos, com a eliminação da embalagem primária e o incentivo à economia circular. Na última edição, por exemplo, a utilização dos copos de plástico foi reduzida quase a zero graças ao forte incentivo que foi feito ao uso de recipientes recicláveis.

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