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Séries: Nem só de pata negra se forra a nova Espanha

Séries: Nem só de pata negra se forra a nova Espanha

A última temporada de "La casa de papel" estreará em agosto, diz a Imprensa espanhola, que garante que a narrativa remata o assalto ao Banco de Espanha. A série, um êxito retumbante, visto por 30 milhões de contas da Netflix, é a face mais visível de um fenómeno galopante: Espanha conquistou um lugar no mercado global da ficção.

"A indústria audiovisual tem crescido exponencialmente, quer em número de produções, quer na qualidade", sintetiza Ramón Garcia, professor do curso de Audiovisual na Universidade de Barcelona. "As novas plataformas permitem que o público aceda ao conteúdo com mais facilidade. Como resultado desse boom, a economia foi beneficiada. Em 2020, a produção de ficção contribuiu com 812 milhões de euros para o PIB e criou 18 443 empregos".

Fonte da Netflix disse ao JN que inauguraram em abril de 2019 o primeiro hub de produção europeu em Madrid como parte do compromisso com a ficção espanhola. E que desde 2016 lançaram "32 títulos originais "made in Spain" (produzidos ou licenciados exclusivamente). Um total de 46 se contarmos as novas temporadas". Só em 2020 lançaram 17 conteúdos originais, entre eles os capítulos 5 e 6 de "Las chicas del cable" e novas séries como "Valeria", "El desorden que dejas", "Los favoritos de Midas" ou "Alguien tiene que morir". Em 2021, chegam aos seriados "Feria", "El tiempo que te doy" ou "Ídolo", e filmes como "El caso Wanninkhof" e "La bestia".

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