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Slimmy, o extravagante que quer renascer passadas duas décadas

Slimmy, o extravagante que quer renascer passadas duas décadas

A completar 20 anos de carreira, Paulo Fernandes quer reencontrar a vitalidade de Slimmy - essa figura flamejante construída a partir das peças de vários heróis musicais que agitou os palcos por toda a Europa.

Quer recuperar os sonhos iniciais e o seu lugar na ribalta. E acredita que a pós-pandemia será favorável à extravagância. Prepara o regresso com a antologia "20 years, the best (of) is yet to come" e está embrenhado em dois novos projetos, um em inglês, outro em português, de que haverá notícias a partir de maio.

"Fui sempre uma amálgama, um caldeirão. Se vires a minha playlist notas que é feita de material totalmente díspar e eclético", diz o cantor numa conversa a partir da sua casa no Mindelo, onde se divide entre a composição e o cuidado com a filha bebé. As suas influências, ou as partes que compõem Slimmy, vêm de todas as épocas da pop-rock - de Marc Bolan e Iggy Pop a Duff McKagan dos Guns N" Roses e Billy Corgan de The Smashing Pumpkins (o vocalista com que mais se identificava quando começou).

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